EMBRAER: de um sonho para uma realidade palpável e com novos céus a conquistar
Há poucos dias atrás, ao mencionar e compartilhar um post referente o sucesso do Agronegócio brasileiro, aliás um post interessante e com um viés mencionando a importância das pesquisas que aumentaram a produtividade do Agro, fiz questão de agregar o quão positivo a atuação das empresas de pesquisas e também mencionei a EMBRAER como um exemplo de empresa que cada vez mais se solidifica com um grande player no mercado de aeronaves comerciais, defesa, aplicação agrícola e executivas. E em comunicado ao mercado, pois trata-se de empresa de capital aberto, divulgou nesta sexta-feira, 23, que sua carteira de pedidos consolidada atingiu novo recorde no terceiro trimestre deste ano, a US$ 35,7 bilhões (R$ 179,8 bilhões), um crescimento de 14% na comparação com igual período de 2025.
A carteira de pedidos representa a lista de aeronaves que já foram encomendadas por clientes à Embraer, mas que ainda não foram produzidas e entregues. O resultado superou o recorde atingido no segundo trimestre, de US$ 34,5 bilhões.
E reforçou como está dividida sua carteira de pedidos: o segmento de aviação comercial registrou uma carteira de US$ 15,8 bilhões (R$ 79,6 bilhões), alta de 4% na comparação anual, impulsionado por pedidos firmes (encomendas com compromisso formal de compra) do Grupo Abra (dono da Gol e Avianca), Binter, Luxair e ANA Holdings.
Ressalte-se que a carteira de aeronaves executivas, capitaneada pelo Phenom, disparou para US$ 8,7 bilhões. E no segmento de Defesa ocorreu um salto de 56% na comparação anual, apoiado pelo pedido firme de duas aeronaves KC-390 Millennium pela Força Aérea da Colômbia.
Fiz questão de colocar essas informações no LinkedIn, pois trata-se de uma empresa brasileira e que surgiu por conta de um visionário na década de 60, Ozires Silva, que iniciou a empresa em São José dos Campos e, sem nenhuma coincidência, junto ao ITA, de onde saíram e saem engenheiros e técnicos que participaram e participam deste “sonho”.
A Embraer hoje é a terceira empresa em um segmento altamente competitivo e onde despontam Boeing e Airbus, o que por si só a engrandece muito mais.
Não se trata aqui de compartilhar informações com o objetivo de divulgar, e sim por ter sido testemunha deste crescimento: quando atuei no mercado financeiro, no segmento que financiava aeronaves, tive a satisfação de visitar a Embraer por 2 vezes nos anos 90 e percorrer todo o seu parque fabril, onde deu para sentir que estava diante de uma empresa vencedora. E aqui foram informados números que corroboram essa afirmação.
Voa EMBRAER pelos céus do mundo.